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Até que era bom, dinheiro na mão calcinha no chão.
Pague tudo que consumiu, a onda do prazer sempre foi seu maior tesão.
Viveria para não dizer que morreria com a boca cheia de paixão.
MÃOS E PERNAS, arruinados por escolhas de coração.
Diferença entre o corvo e as escrivaninha, enlouqueço toda vez que penso nesse diabo morto.
Afogado na angustia de saber o que vai acontecer, aquela grande puta sabia bem o que fazer. Era eu e ao mesmo tempo tinha o meu tempo, dinheiro, dedicação. Eu sai de perto, não era o suficiente para entender o que era afeto.
Descubro e cubro moralidades destorcidas, assim criou-se a vida.
Saia da zona mais sempre permaneceu em conforto, confronto com seu próprio corpo, palavras que não deram sentindo ao todo.
Quem se entende não esta disposto a arriscar o pescoço.
Eu nem era moço quando adentrei ao circuito pecaminoso, triste era só a maneira de enxergar. Quem tem coragem que venha então me contestar…
Sabe, o interior alavanca muitos momentos que independente do contexto será tratado como cada um vê o mesmo.
Supere as marcas que estão no seu corpo, isso se tornou um jogo do roxo. Nem que precisasse de mais mãos para bater, a minha era a única que fazia doer, e ardia.
Como era Deus em tempos de ruinas. Queria eu poder lançar um diluvio e acabar com tudo…. Sou ninguém, ninguém também é alguma coisa.
Que ponto eu chegaria se não fosse o medo em estar vivo ?

