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Num mundo onde líderes comandavam seus impérios, o nome do Raposo era sussurrado com reverência. Sua figura solitária era envolta em mistérios, seus feitos narrados em murmúrios ao redor de fogueiras e nos corações daqueles que buscavam justiça. Enquanto isso, além das fronteiras conhecidas, existia uma nação inimiga, os Alermaques, motivados por um desejo insaciável de poder e domínio sobre terras estrangeiras.
Era dito que o Raposo era mais do que um simples homem; ele era uma força da natureza, um defensor da paz. Sua força era intensa, uma chama de determinação que ardia mais forte do que qualquer fogo, enquanto liderava seus soldados para o combate. Sob seu comando, os soldados se preparavam não apenas para lutar por si mesmos, mas também pela preservação da paz.
Quando finalmente chegaram ao campo de batalha, encontraram os Alermaques esperando por eles, uma massa sombria e ameaçadora em meio ao caos da guerra. O forte odor da terra ensanguentada misturava-se com o som dos tambores de guerra dos Alermaques, criando uma atmosfera de tensão. As fileiras dos Alermaques eram extensas, sua determinação inabalável, mas os soldados do Raposo estavam decididos a enfrentar o desafio, marchando e cantando não apenas para a vitória, mas também para a paz.
A batalha que se seguiu foi feroz, uma sinfonia de aço contra aço e gritos de guerra ecoando pelos campos de batalha. Os Raposos observaram os Alermaques lutando e ganhando, e em um ato de desespero, o capitão ordenou a retirada. Os Raposos testemunharam a queda de camaradas enquanto buscavam refúgio na cidade mais próxima. À noite, se refugiaram em um hospital abandonado, sem comida e energia. Seu capitão decidiu atacar novamente com poucos soldados, em um ataque surpresa. Eles jamais imaginariam que atacariam novamente. Avançaram pela floresta, onde o frio e a névoa os envolviam com um abraço gelado. Parecia que os galhos das árvores sussurravam, mas não desistiriam. Estavam lutando pelas gerações futuras.
Na escuridão impiedosa, sua única fonte de luz eram duas lanternas, que mal iluminavam ao redor. Não eram desumanos e não se sentiam bem em ferir outros seres, mas se não o fizessem, o mundo estaria nas mãos de pessoas ruins. Seu capitão costumava dizer a seguinte frase para acalmá-los: Às vezes, é preciso construir o nosso futuro através de lutas
De repente, ouviram um estrondo: bombas estavam caindo de todas as direções. Um homem , representante dos Alermaques, apareceu fazendo o símbolo da facção. Suas mãos brilhavam, e ao seu lado surgiram inúmeros soldados. Destruíram sua fonte de luz. Em um gesto de desespero, os raposos se reuniram em círculo, invocando um poder ancestral com as mãos estendidas para os céus. Em um espetáculo de destruição e renascimento, as bombas caíram do céu consumindo a terra em chamas. Os raposos destruíram qualquer vida restante lá, transformando a paisagem em um deserto árido e insalubre. Por um milagre, emerge do solo uma flor e com ela tras um novo seculo.
